Um Caso Curto de Uma Estranha Menina.

As palavras escorrem, ecoam, esmagam e não perdoam.
“- Deixem-me em paz “, eu suplico a elas.
Mas não, parecem adorar me assombrar. Elas gostam de ser o bicho papão por debaixo de minha cama, no meio dos meus lençóis num antigo guarda roupa.
Você me diz que morrer de amor é bom, mas eu lhe digo que morrer de poesias é ainda melhor!

Imagina só, num dia qualquer, alguém que te pergunte: “- Você ouviu sobre a tal garota? Ela se foi.. mas o motivo me é estranho, intrigante.”
Deixarei aqui uma resposta, que se isso lhe acontecer um dia, use minhas palavras: “- Você acha estranho, meu caro? Eu compreendi totalmente. Pois, quem não se engasga com uma palavra ou outra de vez em quando, não é?!
O caso dela foi apenas que de tanto engasgar e engolir coisas que deveriam ser ditas, ela explodiu.”

 

Este post foi escrito por: Débora Fernanda

Olá! Sou Débora Fernanda Gessner, tenho 24 anos, atualmente morando em Jaraguá do Sul, SC. Desde 2009 venho imaginando ter 7 vidas (felinas, de preferência) para poder falar sobre tudo que curto e que faz parte da minha personalidade.

Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *