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Resenha de Filme #39: Comer Rezar Amar.

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Título Original: Eat Pray Love

Ano: 2010

Direção: Ryan Murphy

Sinopse: Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar em ter – um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida – ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert said a zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo.”

Duração: 133 minutos

Gênero: Drama, Romance

País de Origem: Estados Unidos

Opiniões e críticas:
Para começar quero dizer que creio em alguma força parecida com destino. Em coisas que chamam por você, por seu nome… Parecem cintilar ao nossos olhos. Assim foi esse filme com a minha pessoa.
Apenas o momento perfeito.
Eu e meu namorado estamos lutando muito por uma mudança radical na nossa vida: a de lutar e conseguir um trabalho digitalmente e poder fazer isso enquanto viajamos o mundo afora. Sempre foi um sonho nosso, mas somente agora estamos começando a dar os passos pequenos, tanto medrosos mais adiante com nossa decisão. 
E a cada matéria, texto, música e filme que vejo a respeito desse estilo de vida sinto que pertencemos a isso. Vejo nossa felicidade estampada junto com os carimbos de passaporte.
Mas, uma etapa de cada vez pois acredito fielmente que o que é nosso ainda está por vir 🙂

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Amei todo o filme com toda a fotografia e cenários impecáveis. Teve sim algumas escolhas duvidosas de Liz durante o filme, porém, ninguém é perfeito.
Comparado com o tempo que o filme foi feito, nós mulheres ainda passamos por todas as dúvidas pessoais e questionamentos alheios como as que ela passa durante sua viagem.
Por que acreditar em algum Deus? Por que precisamos ter algum homem ao nosso lado? Casamento? Filhos? 
Por que temos que estar sempre tão ligados a algo que nos prende, descreve e até recrimina?

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Um ponto alto do filme foi também a sinceridade. A importância de sempre sermos sinceros com todos ao nosso redor mais principalmente com nós mesmos.
Todos temos o direito de querer sempre mais: temos o direito de dizer que algum emprego não nos satisfaz, que queremos repetir a comida, comprar roupas novas de números maiores e de se entregar a alguém sem querer algo em troca. O ponto é sempre tentarmos mudar quando algo nos deixa no limite, mesmo que aos poucos, mais que seja sim uma mudança significativa para o seu bem estar. Nós não precisamos, nem merecemos viver infelizes.

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Como podem notar, tirei desse filme muitos conselhos pessoais… Estava realmente precisando de algo que me motivasse mais, me fizesse enxergar aquela luz, que na maioria parece quase se apagar: a luz dos meus maiores sonhos.
Então recomendo a todos assistirem essa obra e tirar suas conclusões necessárias para o que estão enfrentando no momento.



Até a próxima,
beijooos!

Este post foi escrito por: Débora Fernanda

Olá! Sou Débora Fernanda Gessner, tenho 24 anos, atualmente morando em Jaraguá do Sul, SC. Desde 2009 venho imaginando ter 7 vidas (felinas, de preferência) para poder falar sobre tudo que curto e que faz parte da minha personalidade.